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Atualmente prioriza-se o corpo, o que não é algo mau em si mesmo, mas tendemos a esquecer que quem comanda o corpo é o cérebro, e esse nem sempre está o mais saudável possível.

Mente sã em corpo são, assim preconizavam os romanos e tinham razão. Comandante desse navio chamado corpo, o nosso cérebro é particularmente relevante, pois é o substrato biológico daquilo que nos define: a capacidade de sentir emoções e a capacidade de pensar.

Não só, mas também por isso, é importante manter o cérebro saudável e jovem, algo que pode ser conseguido se tomar nota das dicas que temos para si.

Dicas para um cérebro mais saudável

  • Ter uma alimentação equilibrada

Para que o seu cérebro se mantenha saudável e longe de doenças, uma dieta alimentar equilibrada é de extrema importância.

Procure evitar o excesso de ingestão de sal, de gorduras saturadas e de calorias desajustadas às necessidades e aposte fortemente no consumo de legumes e fruta, em especial, nozes, frutos vermelhos e abacate.

A razão para a ingestão destes alimentos tem a ver com a sua rica constituição em potássio e outros elementos como os bioflavonoides que ajudam a manter o cérebro jovem bloqueando os radicais livres responsáveis pela degeneração das células.

É de salientar que esta dieta, além de evitar consumo de alimentos nocivos, permite-nos ter acesso a um conjunto de nutrientes, vitaminas e sais minerais essenciais para vários processos bioquímicos e biológicos do cérebro.

  • Praticar desporto

O sedentarismo é pior inimigo do nosso corpo, cérebro incluído, por isso levante-se do sofá e faça uma caminhada dinâmica durante 30 minutos por dia, 3 ou 4 vezes por semana, ou procure praticar um desporto da sua eleição, mas nunca por obrigação, escolha um do qual retire prazer.

Se tirarmos proveito dos novos relógios ou pulseiras de exercício, que registam velocidade e distância percorrida, até pode ser um momento desafiante, onde podemos tentar superar-nos.

  • Controlar os fatores de risco

Manter o cérebro jovem passa, para além da dieta e da prática de exercício físico, pela prevenção e prevenção significa retirarmos da nossa rotina hábitos nocivos como o tabaco e o álcool.

  • Ginasticar o cérebro

Podemos olhar o cérebro como um músculo e, como todos os músculos, este vai precisar de ser exercitado sob pena de perder capacidades.

Manter o cérebro ativo é fundamental para a prevenção do declínio cognitivo ao longo de toda a vida e é um esforço que nada custa. Atividades como a leitura ou como jogos (palavras cruzadas, sopa de letras, cálculo, /adivinhas ou puzzles) são excelentes aparelhos de ginástica cerebral.

  • Dormir bem

Diz o povo que o sono é meio sustento para o corpo. Esta expressão não podia ser mais verdadeira no caso do nosso cérebro. 

O sono tem duas funções muito importantes: ajuda a consolidar e organizar memórias e pensamentos de dias e semanas anteriores e limpar todos os resíduos e subprodutos que se acumularam.

Sabendo que o cérebro representa apenas 2% do peso do corpo e ainda assim pode consumir até 25% da energia, pode-se perceber que a quantidade de resíduos que ele consegue produzir é grande e, caso não sejam removidos, podem danificar todos os sistemas do cérebro.

A falta de sono de curto prazo pode prejudicar a memória e o foco, enquanto a privação de sono de longo prazo pode levar a um acúmulo significativo de resíduos e toxinas destrutivas que predispõe ao declínio cognitivo e até mesmo ao Alzheimer.

Por isso, procure manter hábitos de sono adequados, ao longo da vida, de modo a proteger o cérebro.