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O primeiro-ministro divulgou na quinta-feira as medidas tomadas pelo Governo para mitigar os efeitos da pandemia da COVID-19 na Educação.

Anunciou a este propósito que as escolas vão permanecer fechadas e que o 3ºperíodo vai arrancar a 14 de abril, ainda que à distância.

No ensino básico (do 1º até ao 9º ano), e até ao final do ano letivo, as aulas manter-se-ão à distância, num formato de telescola, um mecanismo que o ministro da Educação espera já estar pronto no início do 3.º período.

Quanto ao ensino secundário, António Costa considera ser cedo para apontar uma data de regresso. Porém, o que é certo é que este ano não vão ser realizadas provas de aferição nem exames nacionais até ao 9.º ano.

De acordo com as declarações do primeiro-ministro, o calendário de exames nacionais do ensino secundário também foi adiado. As provas de 11.º e 12.º anos de escolaridade decorrerão, na primeira fase, entre 6 e 23 de julho, na segunda fase, entre 1 e 7 de setembro.

Este calendário permitirá estender a atividade letiva até ao dia 26 de julho. Ainda assim, os alunos só realizarão os exames que necessitam para o acesso ao ensino superior.

Entretanto, a Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap) e a Federação Nacional de Educação (FNE) já anunciaram o seu apoio às medidas do Governo, dando ênfase à importância da avaliação contínua.


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